Ribeirão Preto é um município brasileiro no interior do estado de São Paulo, situa-se a 21° 12’ 42″ de latitude sul e 47° 48’ 24″ de longitude oeste, distante 313 km a noroeste da capital estadual, e a 706 km de Brasília.

Seu território de pouco mais de 650 km², população estimada é de 605 000 habitantes, que o classifica como oitavo município mais populoso do estado e a terceira maior cidade do interior paulista e brasileiro, atrás apenas de Campinas e São José dos Campos, e sua área urbanizada corresponde a 127 km², sendo a 17º maior do Brasil em área urbana.

Situa-se no caminho que liga a Grande São Paulo à região central do país, relativamente próximo dos principais pólos econômicos e tecnológicos do Interior de São Paulo, Triângulo Mineiro e Sul de Minas, e sendo Ribeirão Preto também declarada recentemente “pólo tecnológico” pelo governo do estado de São Paulo.

Limites são Cravinhos, Guatapará, Jardinópolis, Serrana, Dumont, Barrinha, Sertãozinho e Brodowski, o aniversário da Cidade é dia 19 de Junho, e o Gentílico são ribeirão-pretano, ribeirão-pretense, e ribeiro-pretano.

O povoado surgiu em meados do século XVIII, mas somente cem anos depois o povoado foi colonizado por fazendeiros que migravam de Minas Gerais tocando boiadas pelas margens do Rio Grande, fundada em 19 de junho de 1856 a partir de núcleos fazendeiros de criação de gado, Ribeirão Preto se destacou no setor cafeeiro, o qual foi arruinado com a crise de 1929.

Em 2 de novembro de 1845, no bairro das Palmeiras, era fincada uma cruz de madeira como tentativa de demarcação de um patrimônio para a futura capela de São Sebastião. Com esta, surgiram outras doações objetivando ampliar o patrimônio da capela, doações que foram anexadas à primeira feitas por José Alves da Silva, Miguel Bezerra dos Reis, Antônio Bezerra Cavalcanti, Alexandre Antunes Maciel, Mateus José dos Reis, Luís Gonçalves Barbosa, Mariano Pedroso de Almeida, João Alves da Silva Primo, Severiano Joaquim da Silva, José Borges da Costa, Ignacio Bruno da Costa, Ana Zeferina Terra, são alguns dos muitos que trabalharam pelo progresso da cidade, e também são considerados fundadores Bernardo Alves Pereira, Antônio Alves Pereira, Manuel do Nazareth Azevedo, Manuel Fernandes do Nascimento, Padre Geremias José Nogueira, Padre Manuel Euzébio de Araujo, Padre Miguel Martins da Silva e Padre Angelo Philydori Torres.

A semente do café Bourbon que transformou a pequena comunidade agrícola em polo de riqueza e desenvolvimento, foi trazida pelo cientista Luís Pereira Barreto do Vale do Paraíba em meados de 1876, isso foi fundamental para o seu desenvolvimento, e a chegada da Companhia Mogiana no ano de 1883, assim iniciando-se então uma época de desenvolvimento e progresso sendo esta , a fase de maior destaque de Ribeirão Preto no cenário nacional pois o município tornara-se o maior produtor de café do mundo, era responsável pela sustentação da balança de exportações e contribuía nos destinos políticos do Brasil, e durante 50 anos (1890-1940) Ribeirão Preto viveu a glória da época do café.

Na primeira metade do século XX, Ribeirão Preto continuou atraindo imigrantes nacionais e internacionais, um novo grupo de destaque são os japoneses, sendo o município, considerado “berço da imigração japonesa” por receber uma parte dos primeiros imigrantes que chegaram ao Brasil em 1908. Também é expressiva a chegada de árabes, especialmente sírios-libaneses, e o município também atraiu durante esse século pessoas de todo o estado de São Paulo e de todo o Brasil.

Por ter sido sede da Companhia Antarctica Paulista e por ter uma das mais famosas choperias do Brasil, a Choperia Pinguim, Ribeirão Preto foi conhecida também como a Capital do Chopp, assim como já foi denominada Capital do Café e de Califórnia Brasileira, mas hoje o município é reconhecido oficialmente como Capital Nacional do Agronegócio.

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